12 Dezembro, 2007 • 12:50 pm 1
Fórum Nacional de Direito Autoral
4 Dezembro, 2007 • 7:00 pm 0
Juan Gelman ganha o Cervantes
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29 Novembro, 2007 • 8:26 am 1
Restauração da Estátua de Carlos Drummond de Andrade
Fonte [O Globo]
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27 Novembro, 2007 • 3:53 pm 1
Prêmio Nobel processa editora por afirmativa sobre seu passado nazista
Günter GrassO Prêmio Nobel da Literatura chocou a nação ao revelar, em sua autobiografia, haver participado da Waffen SS. Agora a questão, se o alistamento foi voluntário ou não, abre um novo capítulo da polêmica.
O escritor alemão Günter Grass está processando a editora Random House por um erro impresso, ao se referir à participação de Grass nas tropas nazistas. Da edição revisada da biografia por Michael Jürgs consta: “Günter Grass admitiu… haver entrado voluntariamente para a Waffen SS”.
Leia mais aqui
Fonte [Deutsche Welle]
• 1:25 pm 0
Paracambi Literária
25 Novembro, 2007 • 2:36 pm 0
Euclides da Cunha: revelações da sua morte
Autos do processo do assassinato do célebre escritor trazem à luz os bastidores da tragédia.
A morte do escritor Euclides da Cunha, alvejado pelo cadete Dilermando de Assis no dia 15 de agosto de 1909, foi manchete dos principais jornais do País e motivo de debate até no Parlamento. O julgamento de Dilermando, que mantinha um romance com Ana Solon da Cunha, esposa de Euclides, de quem era amigo, dividiu o tribunal, mas o réu foi absolvido. A sentença não foi aceita facilmente pela sociedade, e o tema gerava polêmica em cada esquina. Até hoje, os detalhes das investigações nunca haviam sido revelados.
Carta de Euclides para Dilermando
“Apesar de aborrecido por um número de contrariedades, julgo que não o tratei mal. Na sua idade, nunca se é um homem baixo. Não creio que houvesse lhe feito tal injustiça. A minha casa continua aberta sempre aos que são dignos e bons. Não poderá fechar-se para você. Quando souber a razão do meu aborrecimento, avaliará a injustiça que fez a si próprio e a mim. Até sábado. Estude, seja sempre o mesmo rapaz de nobres sentimentos”
Leia o restante da resenha na Isto É online
• 2:11 pm 0
Monica (ex-Calheiros) Veloso lança livro
Amei Renan loucamente, como jamais pensei. Amei com a alma, com tudo que há de mais puro no meu ser.
Carregava no ventre o resultado de meu amor (…) ele entrou em pânico (…) Eu não acreditava que o homem que eu chamava de “docinho”, agia daquela forma.
Para me precaver, gravei algumas conversas que tivemos durante a gravidez.
Leia o restante aqui.
• 10:34 am 0
Mario de Andrade, uma polêmica étnica.
Suposto Mario de Andrade
O verdadeiro Mario de Andrade
Biografia de Mário de Andrade no Projeto Releituras.
24 Novembro, 2007 • 7:38 pm 0
Lê-se Pouco na terra de Gabriel Garcia Marquez
Lê-se pouco, os eventos culturais ficam lotados, o Plano de Bibliotecas é um sucesso e o preço dos livros representa 10% do salário.
Fonte de criação literária, de bons narradores e poetas, mas de poucos leitores. É uma parte dos paradoxos da Colômbia, onde o alto custo dos livros representa 10% do salário mínimo, o Plano Nacional de Leitura e Bibliotecas começa a ser um sucesso e o público costuma lotar os eventos culturais e participar, perguntar, debater.
Para surpresa de muitos, a última pesquisa de Hábitos de Leitura 2007 revela que os 42 milhões de colombianos passaram de ler 2,4 livros por ano em 2000 para 1,6 em 2005. O paradoxal é que nunca antes foram feitos tantos esforços para promover e fomentar a leitura. Isso deu origem a teorias segundo as quais os culpados seriam a situação econômica, o alto preço dos livros ou o pouco tempo para ler fora do trabalho.
Carmen Barvo, diretora da Fundalectura (instituição dedicada ao fomento da leitura), considera que o problema é a falta de hábito. “A idéia de que é importante popularizar o livro e a leitura é nova. Pela primeira vez na história deste país a leitura e as bibliotecas fazem parte de um plano de desenvolvimento e contam com um orçamento”, afirma. Para ela, o mais importante é que isto inclui não somente a construção de espaços, onde ficava o dinheiro, mas que o governo dota as bibliotecas de títulos, filmes, televisores e computadores.
Os diversos eventos literários que se realizam na Colômbia, como o Hay Festival de Cartagena e Bogotá39, que aconteceu no âmbito da Bogotá Capital Mundial do Livro, também ajudaram a chamar a atenção de um público que não tinha qualquer relação com a literatura.
Envolvimento editorial
Embora o mercado de livros na Colômbia seja muito pequeno, as editoras fazem cada vez mais esforços para tornar seus produtos mais acessíveis e conquistar novos públicos. Mas não funciona. “Estou convencido de que há um temperamento nacional, um ambiente que não convida à leitura”, diz o editor geral da Planeta Colômbia, Gabriel Iriarte Núñez. A isto soma-se que “os colégios ajudam pouco e as universidades menos ainda no fomento à leitura. E o império das fotocópias literalmente acabou com o texto universitário“, afirma. Não há outra maneira de explicar por que todos os setores da economia cresceram em um bom ritmo, enquanto o mercado editorial se manteve nos últimos três anos em um crescimento próximo de 8% ao ano.
A principal característica da indústria nestes últimos anos, segundo Iriarte, é que a oferta de livros de autores nacionais passou a ocupar um lugar de destaque, diferentemente do que acontecia em décadas anteriores. Hoje, um primeiro romance de um autor colombiano pode vender entre 1 mil e 1,5 mil exemplares, o que supera muitas vezes o que se vende de um autor estrangeiro editado pela primeira vez no país. Também há exceções, como “El Olvido que Seremos”, de Héctor Abad, que no último ano vendeu mais de 50 mil exemplares.
“Na Colômbia há uma explosão de autores jovens que sem dúvida é interessante, mas é cedo demais para julgá-la”, opina Marianne Ponsford, diretora da revista cultural “Arcadia”. As editoras praticamente brigam pelos novos nomes da literatura e do jornalismo, como contratações para um time de futebol. E a verdade é que essa nova geração está recebendo muito mais atenção da mídia que a anterior. O surgimento da “Arcadia”, junto com o da revista “Piedepágina”, também ajudou a dar maior destaque à leitura e aos livros. Hoje é o único veículo exclusivo sobre meios culturais na Colômbia.
ps. No Brasil não é muito diferente.
Fonte [Folha de São Paulo - UOL]
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23 Novembro, 2007 • 12:54 pm 0
Academia Brasileira de Letras encerra Brasil, brasis na cadência do samba e do frevo
Dirigidos por Marcos Vinicios Vilaça, presidente da Academia Brasileira de Letras, os confrades José Murilo de Carvalho e Alberto da Costa e Silva estarão juntos com o jornalista Leonardo Dantas e os músicos Nei Lopes, Nelson Sargento e Lenine para um debate que vai unir samba e frevo. Em fevereiro, o gênero musical característico da cultura popular pernambucana completou 100 anos.
Ritmo e poesia: Samba no pé, Samba no verso é a última série do “Brasil, brasis” 2007. Desde março, um tema diferente por mês é discutido por acadêmicos e outros intelectuais. O Seminário ficou marcado por trazer à tona assuntos atuais e de interesse da sociedade como “Favelização”, “Literatura e Televisão”, “Saúde”, “Legislação autoral”, “Ações que transformam”, “Fotografia” e “Novas mídias”.
O evento terá entrada franca e transmissão ao vivo pelo portal da ABL.
Conheça os debatedores:
Nei Lopes
Compositor, escritor e pesquisador das culturas africanas, nasceu no subúrbio de Irajá, no Rio de Janeiro, em 1942. Bacharel em Direito, abandonou a recém-iniciada carreira de advogado para dedicar-se à música e à literatura.
Nelson Sargento
O sambista pisou pela primeira vez no palco, em 1965, no espetáculo Rosa de Ouro, de Hermínio Belo de Carvalho. De lá pra cá, só de Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira lá se vão cinqüenta e tantos anos.
Lenine
O pernambucano costuma dizer que é um artista de MPB, Música Planetária Brasileira, uma definição singular que agrega toda e qualquer manifestação musical brasileira ou de qualquer canto deste planeta.
Leonardo Dantas
Desde cedo no jornalismo, foi redator do Jornal do Commercio (PE) e Diário de Pernambuco. Atualmente, é Assessor da Companhia Editora de Pernambuco, membro efetivo do Conselho Estadual de Cultura e Consultor do Instituto Ricardo Brennand.
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