Dirigidos por Marcos Vinicios Vilaça, presidente da Academia Brasileira de Letras, os confrades José Murilo de Carvalho e Alberto da Costa e Silva estarão juntos com o jornalista Leonardo Dantas e os músicos Nei Lopes, Nelson Sargento e Lenine para um debate que vai unir samba e frevo. Em fevereiro, o gênero musical característico da cultura popular pernambucana completou 100 anos.
Ritmo e poesia: Samba no pé, Samba no verso é a última série do “Brasil, brasis” 2007. Desde março, um tema diferente por mês é discutido por acadêmicos e outros intelectuais. O Seminário ficou marcado por trazer à tona assuntos atuais e de interesse da sociedade como “Favelização”, “Literatura e Televisão”, “Saúde”, “Legislação autoral”, “Ações que transformam”, “Fotografia” e “Novas mídias”.
O evento terá entrada franca e transmissão ao vivo pelo portal da ABL.
Conheça os debatedores:
Nei Lopes
Compositor, escritor e pesquisador das culturas africanas, nasceu no subúrbio de Irajá, no Rio de Janeiro, em 1942. Bacharel em Direito, abandonou a recém-iniciada carreira de advogado para dedicar-se à música e à literatura.
Nelson Sargento
O sambista pisou pela primeira vez no palco, em 1965, no espetáculo Rosa de Ouro, de Hermínio Belo de Carvalho. De lá pra cá, só de Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira lá se vão cinqüenta e tantos anos.
Lenine
O pernambucano costuma dizer que é um artista de MPB, Música Planetária Brasileira, uma definição singular que agrega toda e qualquer manifestação musical brasileira ou de qualquer canto deste planeta.
Leonardo Dantas
Desde cedo no jornalismo, foi redator do Jornal do Commercio (PE) e Diário de Pernambuco. Atualmente, é Assessor da Companhia Editora de Pernambuco, membro efetivo do Conselho Estadual de Cultura e Consultor do Instituto Ricardo Brennand.
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4 + 1 não são necessariamente 5! Este talvez seja um ponto de partida para aqueles que decidam seguir pelas páginas instigantes deste Professores de História: entre saberes e práticas. Nelas, a prática cotidiana de quatro professores de história, em turmas e espaços escolares diferenciados, é visitada de modo inteligente, por alguém que possui uma experiência docente não menos significativa no próprio campo da história. Lidando de forma criativa com um refinado referencial teórico, Ana Maria Monteiro possibilita a cada um de nós, professores de história ou não, melhor compreender como as histórias que contamos a nossos alunos não são a simples reprodução das histórias contidas nos textos historiográficos consagrados, e sim a expressão de uma permanente e sempre renovada tradução, feita a partir de saberes constituídos por meio da experiência docente e escolar, mas seguramente também alimentada por outros saberes e sabedorias forjados nas múltiplas experiências vividas, como professores e como cidadãos.
São cem anos da História da Imprensa Brasileira (1900-2000) que este livro reconstrói, sob a perspectiva de que é possível, a partir dos restos que chegam ao presente, interpretar o passado. Assim, os múltiplos movimentos da imprensa do século XX nele estão mapeados: a transformação dos jornais na virada do século XIX para o XX; a eclosão do jornalismo sensacionalista nos anos 1920; as relações ambíguas da imprensa com o poder durante o Estado Novo; a modernização dos jornais no período desenvolvimentista da década de 1950; a questão da censura durante a ditadura militar; o jornalismo popular e os novos cenários dos trinta últimos anos do século XX.
O ensino de História se insere, no momento atual, em diversas problemáticas educacionais e historiográficas em meio ao processo de inclusão social que tem exigido redefinições de conteúdos históricos e de métodos possíveis de se articularem aos novos meios de comunicação com os quais as atuais gerações têm sido formadas e informadas. As universidades encarregadas da produção historiográfica e da formação docente, as decisões do poder estatal e do setor privado, o mercado da indústria cultural, assim como professores, têm obrigatoriamente de ser objeto de reflexão e de estudos articulados para a maior compreensão sobre a história escolar e sua contribuição para a formação de alunos provenientes de diversas condições econômicas e culturais.


